Transtorno obsessivo-compulsivo

Psicólogo em Americana Psicóloga em Americana

O transtorno obsessivo-compulsivo é caracterizado por ideias, imagens ou impulsos (obsessões) recorrentes, persistentes, indesejados, que provocam ansiedade e são intrusivos. Além disso, algumas pessoas sentem vontade de realizar determinados rituais repetidamente (compulsões) – ações ou atos mentais particulares – para tentar diminuir e evitar a ansiedade causada pelas obsessões.
  • A maioria dos casos de comportamento obsessivo-compulsivo estão relacionados a preocupações com danos ou riscos.

Sintomas

Pessoas com TOC possuem obsessões – pensamentos, imagens ou impulsos que ocorrem frequentemente, mesmo que a pessoa não queira. Essas obsessões surgem mesmo quando as pessoas estão pensando e fazendo outras coisas. Além disso, as obsessões normalmente causam grande angústia e ansiedade. As obsessões normalmente envolvem pensamentos de dano, risco ou perigo. As obsessões comuns incluem as seguintes:
  • Preocupação com contaminação (por exemplo, supor que tocar em maçanetas provocará alguma doença)
  • Dúvidas (por exemplo, supor que a porta da frente não foi trancada)
  • Preocupação com objetos que não estão perfeitamente alinhados ou uniformes
  • Como as obsessões não são prazerosas, as pessoas tentam ignorá-las e/ou controlá-las.
  • Compulsões (também chamadas de rituais) são uma forma que a pessoa tem de responder às suas obsessões. Por exemplo, elas sentem vontade de fazer algo – repetitivo, propositado e intencional – para evitar ou aliviar a ansiedade causada pelas obsessões.
Complicações comuns incluem as seguintes:
  • Lavar ou limpar algo para evitar contaminação
  • Verificar algo para eliminar dúvidas (por exemplo, verificar se uma porta está trancada)
  • Contar (por exemplo, repetir uma ação um determinado número de vezes).
  • Ordenar (por exemplo, arrumar talheres ou objetos da mesa de trabalho em um padrão específico)
A maioria dos rituais, como lavar as mãos com muita frequência ou verificar repetidamente se a porta está trancada, pode ser observada. Outros rituais não podem ser observados, como o cálculo repetitivo ou afirmações em voz baixa com a intenção de diminuir algum perigo. Os rituais podem ser realizados de forma precisa de acordo com regras rígidas. Os rituais podem ou não estar logicamente conectados com a obsessão. Quando as compulsões estão logicamente conectadas à obsessão (por exemplo, tomar banho para evitar ficar sujo ou verificar o fogão para evitar incêndios), elas são claramente excessivas. Por exemplo, as pessoas podem tomar banho por horas todos os dias ou sempre verificar o fogão trinta vezes antes de saírem de casa. Todas as obsessões e rituais demandam tempo. As pessoas podem gastar horas todos os dias com eles. Eles podem causar tanta angústia ou interferir com a capacidade funcional de modo que algumas pessoas se tornam incapacitadas. A maioria das pessoas com TOC sabem que seus pensamentos obsessivos não refletem riscos reais e que seus comportamentos compulsivos são excessivos. No entanto, algumas pessoas estão convencidas que suas obsessões são bem fundamentadas e que suas compulsões são razoáveis. Algumas pessoas com TOC estão cientes de que seus comportamentos compulsivos são excessivos. Por isso, elas geralmente realizam seus rituais de maneira secreta, mesmo quando esses rituais consomem muitas horas por dia. Como resultado, seus relacionamentos podem se deteriorar, apresentando piora na escola ou no trabalho. Cerca de um terço das pessoas com TOC encontra-se em estado depressivo no momento em que o transtorno é diagnosticado. No total, cerca de 40% desenvolvem depressão em algum momento.

Tratamento

A terapia de exposição e a terapia de prevenção de rituais são frequentemente eficazes no tratamento do TOC. A terapia de exposição envolve a exposição gradual e repetida da pessoa a qualquer coisa (situações ou pessoas) que provoque obsessões, rituais ou desconforto, sem que lhes seja permitida a realização do ritual compulsivo. O desconforto ou a ansiedade diminuem gradualmente durante a exposição repetida, na medida em que a pessoa passa a reconhecer que a realização de rituais é desnecessária para a redução do desconforto. A melhora geralmente persiste por anos, provavelmente porque as pessoas que dominam essa abordagem são capazes de continuar a praticá-la após o tratamento formal terminar. Inibidores seletivos de recaptação da serotonina (como fluoxetina), um tipo de antidepressivo, e clomipramina, um antidepressivo tricíclico, são eficazes no tratamento. Muitos especialistas supõem que uma associação entre a terapia de exposição e de prevenção de rituais e a terapia medicamentosa seja o melhor tratamento. Psicoterapia psicodinâmica (que enfatiza a identificação dos padrões inconscientes de pensamentos, sensações e comportamentos atuais) e psicanálise, em geral, não foram eficazes para pessoas com TOC.

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